Como Montar Uma Empresa De Decoração De Festa Infantil

Professor de Novas Tecnologias de Comunicação da Escola de Comunicações e Artes, Universidade de São Paulo – USP, São Paulo. Um dos eixos das transformações pela educação passa na transformação da educação em um procedimento de comunicação autêntica, aberta, entre professores e estudantes, principalmente, contudo assim como incluindo administradores e a comunidade. Só aprendemos profundamente dentro de um assunto comunicacional participativo, interativo, vivencial. Só queremos educar pra autonomia, pra independência, com independência e liberdade.

Uma das tarefas mais urgentes é educar o educador pra uma nova ligação no recurso de ensinar e compreender, mais aberta, participativa, respeitosa do ritmo de cada aluno, das habilidades específicas de cada um. A rota pra independência ocorre combinando equilibradamente a interação e a interiorização. Pela interação, aprendemos, nos expressamos, confrontamos nossas experiências, idéias, realizações; por ela, procuramos ser aceitos, acolhidos pela nação, pelos colegas, por alguns grupos significativos.

Pela interiorização, fazemos a integração de tudo, das idéias, interações, realizações em nós, vamos encontrando nossa síntese, nossa identidade, nossa marca pessoal, nossa diferença. A tecnologia nos propicia interações mais amplas, que combinam o presencial e o virtual. Somos solicitados continuamente a nos regressar para fora, a nos distrair, a copiar modelos externos, o que dificulta o procedimento de interiorização, de personalização.

O educador tem que estar concentrado para utilizar a tecnologia como integração e não como distração ou fuga. Precisa aprensentar para o aluno a dificuldade do estudar. Ensina, aprendendo a relativizar, a valorizar a diferença, a aceitar o provisório. Aprender é ir da inconsistência a uma certeza provisória que oferece lugar a recentes descobertas e a recentes sínteses. Venho construindo muitas experiências no ensino de graduação e de pós-graduação na Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo.

Disponho de duas salas de aula com 10 pcs em uma, e quatorze em outra, ligados à Internet por fibra ótica, para 20 alunos, em média. Utilizamos essa sala a cada duas ou três semanas. As algumas aulas acontecem pela sala habitual. O fato de ver de perto seu nome na Internet e a suposição de anunciar seus trabalhos e pesquisas, executa uma forte motivação nos alunos, estimulando-os a participar mais em todas as atividades do curso. Enquanto preparam os trabalhos pessoais, vou construindo com eles algumas atividades. Começamos com uma aula introdutória pros que não estão familiarizados com a Internet.

Nela aprendemos a ver e a usar as principais ferramentas. Fazemos pesquisa livre, em abundantes programas de busca. Cadastramos cada aluno pra que tenha teu e mail pessoal (pela própria universidade ou em blogs que oferecem endereços eletrônicos de graça). Num segundo instante, todos procuramos um assunto interessante do programa. É primordial sensibilizar o aluno antes pro que se quer conquistar já, nesse tema. Se o aluno tem claro ou localiza valor no que vai pesquisar, o fará com mais rapidez e eficiência. O professor precisa estar atento, porque a tendência pela Internet é pra dispersão simples. O intercâmbio frequente de resultados e a supervisão do professor são capazes de acudir a comprar melhores resultados.

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Eles vão gravando os endereços, posts e imagens mais intrigantes em disquete e também fazem anotações escritas, com rápidos comentários sobre o que estão salvando. As descobertas mais significativas são comunicadas aos colegas. Imprimem os textos mais significativos. No desfecho, os alunos comunicam os principais resultados de sua busca e encontramos os principais pontos de apoio pra checar o conteúdo do dia.

Professor e alunos relacionam as coincidências e divergências entre os resultados localizados e as informações já conhecidas em reflexões anteriores, em livros e revistas. Meu papel é o de visualizar cada aluno, incentivá-lo, resolver tuas dúvidas, publicar as fantásticas descobertas. As aulas pela Internet se alternam com as aulas habituais, nas quais acrescentamos textos escritos, vídeos pra aprofundar os assuntos pesquisados inicialmente pela Internet. Posteriormente, cada aluno desenvolve um foco específico de busca, de livre seleção, conciliando teu interesse pessoal e o da matéria. É divertido que os alunos escolham qualquer cenário dentro do programa que esteja mais próximo do que eles valorizam mais. Essas pesquisas podem ser realizadas dentro e fora do tempo de aula.

Estou próximo com eles, orientando, tirando dúvidas, anotando descobertas. Esses assuntos específicos são mais tarde divulgados em classe pros colegas. O professor complementa, questiona, relaciona essas apresentações com a matéria como um todo. Alguns alunos criam tuas páginas pessoais e outros entregam só os resultados de suas pesquisas para colocá-los em minha página. Além das aulas, ocorre um estimulante modo de comunicação virtual, junto com o presencial. Eles são capazes de pesquisar numa sala especial em qualquer horário, se houver máquinas livres.

Os alunos me buscam mais para atendimento específico na minha sala, e também enviam mensagens eletrônicas. Como todos têm e mail, envio com freqüência textos, endereços, idéias, dicas numa listagem que crio para o curso. Isso estimula, principalmente pela pós-graduação, o intercâmbio, a troca bem como entre colegas, a introdução de novos instrumentos trazidos pelos próprios alunos.